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Radio FM

terça-feira, 28 de junho de 2011

ABACATE E SUAS PROPRIEDADES MEDICINAIS

Abacate
Fruto do abacateiro, o abacate tem forma semelhante a da pêra, casca áspera de cor verde ou violeta, polpa macia comestível e caroço grande e liso, sendo mais um dos alimentos que a América Central ofereceu ao mundo. O abacateiro é uma árvore originária da Guatemala, Antilhas e México, o que pode ser notado no próprio nome da fruta, pois abacate vem da palavra asteca awakatl, nome da planta na língua natural dos mexicanos. Embora nativo da América Central, o abacateiro adequou-se muito bem ao Brasil, e cresce bem em todo o país, em especial na região Norte. É muito cultivada por toda parte, tanto pelo fruto saboroso, de grande valor nutritivo, quanto pelas folhas com propriedades diuréticas, além de conter 20 a 25% de óleo usado em perfumaria, tem diversas aplicações medicinais, além de usos culinários e cosméticos.
É um fruto bastante rico em substância gordurosa, encontrada na polpa - com alta taxa de gordura, sendo muito rico em calorias, o que torna contra-indicado para regimes de emagrecimento ou de manutenção de peso, é inimigo das dietas de emagrecimento.
No entanto, como sua gordura é fácil de assimilar pelo organismo, pode constar da dieta de quem tem problemas digestivos. Além disso, contém vitaminas A e do complexo B e alguns sais minerais como ferro, cálcio e fósforo.
Existem mais de quinhentas variedades de abacateiros, o que explica os muitos tipos de abacate, diferentes na forma, tamanho e cor. Entre os tipos mais conhecidos encontram-se o manteiga (em forma de pêra, com polpa macia e sem fibras), o guatemala (com forma de ovo e casca rugosa, maior que o manteiga) e o pescoço (parecido com o manteiga, mas um pouco mais alongado).
Os melhores abacates são os mais pesados e firmes, tem polpa macia e gordurosa, com sabor característico e delicado (antes de ficar maduro, ele tem polpa dura e esbranquiçada). Algumas vezes, tem manchas de cor marrom-clara na casca, mas esse é um defeito apenas superficial que não afeta a qualidade do fruto. Para saber se estão no ponto, é só fazer uma ligeira pressão com os dedos: os de casca fina cedem logo, os de casca mais grossa oferecem um pouco mais de resistência. Os abacates duros ou bem firmes, embora possam ter todas as características de boa qualidade, não estão prontos para o consumo imediato, devendo ser amadurecidos.
O abacate deve ser guardado em lugar fresco e arejado. Quando ainda verde, não convém colocá-lo na geladeira, pois o frio interrompe o processo de maturação. Depois de descascado, deve ser imediatamente consumido, porque, em contato com o ar, a polpa escurece. Para evitar o escurecimento imediato da polpa, passe um pouco de limão na superfície do fruto. Como o abacate maduro é muito sensível, amassando-se com muita facilidade, deve evitar-se que fiquem empilhados na fruteira ou no recipiente no qual são guardados.
Para cortar e limpar o abacate, lave-o bem sob água corrente e enxugue. Corte-o ao meio, no sentido do comprimento, torça delicadamente as duas metades para separá-los e, com a ponta de uma faca, retire o caroço. Dependendo do uso, corte-o em fatias e descasque.
No Brasil, o abacate é consumido ao natural com açúcar, como sobremesa. No entanto, em outros países é mais apreciado em saladas, bem temperado com vinagre, pimenta e maionese. Em pratos doces, o abacate combina muito bem com limão, leite, creme de leite e leite condensado, na preparação de sorvetes, cremes, mouses e bebidas. Em pratos salgados, vai bem com camarão e lagosta, em saladas ou acompanhando pratos fortes.
DICAS CULINÁRIAS
Para saber quanto comprar, calcule que 3 abacates são suficientes para fazer um creme para 6 pessoas.
Se o abacate ainda estiver verde, deixe-o enterrado em farinha de trigo que logo ficará maduro.
Para que o creme de abacate não escureça, depois de pronto coloque-o num prato fundo e ponha o caroço da fruta, sem lavar, bem no meio do prato e guarde na geladeira até o momento de servir.
Para pratos salgados, só use abacates bem maduros. Caso contrário, ficarão muito amargos, dando sabor desagradável.
Para que o abacate cortado não escureça, passe uma camada fina de manteiga na parte cortada.
Quando for usar só uma metade do abacate, deixe a outra metade com o caroço. Isto evita que se deteriore com rapidez.
Para conservar abacate maduro, envolva-o com um pano úmido e coloque na geladeira. Quando o pano secar, volte a umedecer.
O abacate é indispensável numa boa vitamina.
Quando for comprar prefira os abacates grandes, com caroço preso, casca verde-clara e sem manchas.
O creme de abacate feito com açúcar e um pouco de leite, fica melhor quando misturado com pedacinhos de amendoim torrado, salgado e sem casca. Também fica ótimo com castanha de caju.
CURIOSIDADESAlgumas tribos da Amazônia usam os brotos do abacateiro para combater doenças dos pulmões.
Nas Antilhas o abacate é considerado um afrodisíaco.
O abacate era antigamente chamado de "pêra-de-advogado".
O frio é um dos principais inimigos do abacateiro.
Partes utilizadas
Folhas
Fruto
Semente
Propriedades medicinais do abacate
O abacateiro é originário do México e aclimatado no Brasil. Pertence à família das Lauráceas, em que se incluem também a canela, o louro, o sassafrás etc.
Ajuda a tratar de...
contusões
dores de cabeça
dores reumáticas
diarréias
excesso de uréia
insuficiência hepática
pele seca
ressecamento de cabelo
retenção da secreção biliar
diurético
Utilidades Medicinais
Afta
Mastigar folhas tenras de abacateiro. Bem lavadas.
AmidaliteGargarejo com o chá das folhas do abacateiro.Combinar com chá de tanchagem para maximizar o efeito.
Bronquite
Chá morno das folhas do abacateiro.O efeito é melhor quando se torna esse chá às colheradas misturado com própolis e chá de guaco.Duas a quatro xícaras por dia.
Cansaço
Afirma-se que a folha do abacateiro contém propriedades revitalizantes.Usar esporadicamente o chá juntamente com limão e mel.
Diarréia
Caroço tostado e moído bem fino. Dissolver duas colherinhas deste pó em uma xícara de água morna. O efeito é mais potente se, em lugar de água,for utilizado o decocto dos brotos da goiabeira.
Distúrbios da DigestãoRecomenda-se o chá das folhas do abacateiro para a dispepsia atônica.
Dor-de -cabeçaCompressas mornas com o chá das folhas à cabeça. Convém também tomar este chá.
Tosse
Chá das folhas do abacateiro, morno, com mel, tomado aos goles.
Verminoses
Lavar e moer bem a casca de abacate, e misturar em partes iguais com casca de limão ralado;acrescentar mel e tomar em jejum uma colher de sopa.
Bibliografia
As Frutas na Medicina Natural Alfons Balbach Daniel S. F. Boarim Edição Vida Plena
Fonte: http://www.frutas.radar-rs.com.br/
O abacate, fruto do abacateiro, é outro dos alimentos que a América ofereceu ao mundo. A planta é originária da Guatemals, Antilhas e México, o que pode ser notado no próprio nome da fruta, pois abacate vem da palabra awakati, o nome da planta na língua natural dos mexicanos. Há mais de 500 variedades de abacateiros, o que explica os muitos tipos de abacate, diferentes na forma, tamanho e cor. Entre os tipos mais conhecidos encontram-se o manteiga (em forma de pêra, com polpa macia e sem fibras), o guatemala (com forma de ovo e casca rugosa, maior que o manteiga) e o percoço (parecido com o manteiga, mas um pouco mais alongado). No Brasil, o abacate é consumido ao natural com açúcar, como sobremesa. No entanto, em outros países é mais apreciado em saladas, bem temperado com vinagre, pimenta e maionese. Em pratos doces, o abacate combina muito bem com limão, leite, creme de leite e leite condensado, na preparação de sorvetes, cremes, musses e bebidas. Em pratos salgados, vai bem com camarão e lagosta, em saladas ou acompanhando pratos fortes.
Possui alta taxa de gordura, sendo muito rico em calorias, o que o torna contra indicado para regimes de emagrecimento ou de manutenção de peso. No entanto, como como sua gordura é fácil de assimilar pelo organismo, pode constar da dieta de quem tem problemas digestivos. Além disso, contém vitaminas A e do complexo B e alguns sais minerais como ferro, cálcio e fósforo.
Os melhores abacates são os mais pesados e firmes. Para saber se estão no ponto, é só fazer uma ligeira pressão com os dedos: os de casca fina cedem logo, os de casca mais grossa oferecem um pouco mais de resistência. Os melhores abacates têm poupa macia e gordurosa, de sabor característico e delicado (antes de ficar maduro, ele tem poupa dura e esbranquiçada). Algumas vezes, tem manchas de cor marrom clara na casca, mas esse é um defeito apenas superficial que não afeta a qualidade do fruto. Os abacates duros ou bem firmes, embora possam ter todas as características de boa qualidade, não estão prontos para o consumo imediato, devendo ser amadurecidos.
O abacate deve ser guardado em lugar fresco e arejado. Quando ainda verde, não convém colocá-lo na geladeira, pois o frio interrompe o processo de maturação. Depois de descascado, deve ser imediatamente consumido, porque, em contato com o ar, a poupa escurece. Para evitar o escurecimento imediato, passe um pouco de suco de limão na superfície do fruto. Como o abacate maduro é muito sensível, massando-se com muita facilidade, evite que fiquem empilhados na fruteira ou no recipiente no qual são guardados. Para saber quanto comprar, calcule que 3 abacates são suficientes para fazer um creme para 6 pessoas.
Fonte: http://www.horti.com.br/

ALECRIM OUTRO SANTO REMEDIO

Alecrim
(Rosmaninus officinalis)
Órgãos mais beneficiados pelo Alecrim: o coração e o estômago.

USO MEDICINAL
O Alecrim , sob o domínio do Sol , é uma planta que ama o calor e a vida. Ele aquece e estimula o cérebro e o corpo, é ótimo como cardiotônico, estimulante, anti-reumático, resolve rapidamente dores de estômago e asias, restitui a energia dos cansados e estressados por muito esforço mental. Também é bom para tosses, bronquites, e problemas respiratórios.
Usado externamente é bom para limpar feridas, principalmente de diabéticos e pessoas que tem dificuldades de cicatrização.
Os cardíacos podem usá-lo acompanhado de Sete Sangrias e Dente de Leão.

USO ENERGÉTICO
Nós falamos que o Alecrim é um "costurador do Plexo solar".
Ele restitui rapidamente a energia perdida, dá mais estrutura de trabalho aos que lidam muito com o mental racional, é uma das ervas que ajuda na depressão e estados permanentes de cansaço por problemas emocionais.
Ajuda também muito as crianças com uma estrutura emocional passiva, as que não respondem de forma concreta às agressões da vida. Aumenta a capacidade de aprendizado. É a planta chave da falta de auto estima.
Atua nos desconfiados, nos que não acreditam em si mesmos, nos que não têm coragem de se lançar em novos projetos. É A ERVA DA CORAGEM.

USO CULINÁRIO
- O alecrim deve ser inserido na alimentação dos passivos, tímidos, e nas pessoas que têm um constante desgaste de energia.
- Um frango temperado com alecrim e limão é uma dádiva dos deuses.
- O alecrim pode ser usado em qualquer molho branco ou vermelho, para massas e lasanhas.
- Vinho com alecrim: Coloque alguns galhinhos de alecrim fresco em um bom Vinho tinto e deixe macerar durante 21 dias bem fechado com parafina na rolha. Guarde em lugar escuro, deitado. Quando passar esse tempo, coe e acrescente mel puro à gosto ( O mel é opcional). Sirva pequenos cálices antes do jantar. Além de ser ótimo para a digestão, ajuda a clarear as idéias para um novo dia de trabalho.
- O alecrim fresco, misturado em pequenas quantidades às massas caseiras de pão, dá um gosto saboroso e exótico a massa, e deixa o pão digestivo e energético.
- Misture alecrim nas manteigas e patês. O efeito é ótimo.
- Conserva de alecrim para saladas: Em um vidro de boca estreita, esterilizado, coloque um galhinho de alecrim, um de manjericão, alguns grãos de coentro e um grão de pimenta da jamaica. Acrescente ¾ do vidro de vinagre de maçãs , água filtrada e sal para completar. Deixe descansar durante 8 dias. Está pronto para temperar qualquer salada. Na hora de servir, acrescente óleo ou azeite.


OUTROS USOS
- O alecrim também pode ser encontrado em Tintura-mãe.
- O chá forte de folhas de Alecrim é ótimo para se enxaguar os cabelos. Além de ser cicatrizante, dá brilho de novo aos cabelos, e deixa-os muito mais escuros e com brilho.
- Compressas com chá forte de alecrim são ótimas para celulite.
- Essas compressas também melhoram muito as dores de estômago.
- O escalda pés de Alecrim tira todas as energias negativas acumuladas durante o dia. O Alecrim combate os invejosos!

A UVA BOM PRA CORAÇAO ALIAS PRA TUDO VEJA O ASSUNTO

Uva
Características da planta
Trepadeira de caule espesso e resistente, verde quando jovem, tornando-se escuro posteriormente. Folhas grandes divididas em s lobos com uma leve pilosidade esbranquiçada em sua superfície. Flores creme-esverdeadas e pequenas.

FrutoDe formato arredondado ou elipsóide, podendo ser branco, verde, amarelo, rosado, vermelho ou azulado de acordo com a variedade. Polpa aquosa que pode envolver até 4 sementes de coloração escura. Frutifica de outubro a fevereiro.
Cultivo
Preferem climas secos com temperatura em torno de 220C, e adapta-se a diversos tipos de solos, com exceção dos úmidos e mal drenados, porém devem ser ricos em matéria
orgânica. O solo tem grande influência sobre a qualidade da uva e do vinho. Seu cultivo é por alporque e enxertia.

A videira é uma das plantas frutíferas mais conhecidas desde a Antiguidade, podendo ser encontrada em fósseis de épocas geológicos anteriores mesmo ao aparecimento do homem na Terra.
No entanto, a cultura da uva, que é permanente e de longa duração - alguns vinhedos chegam a durar até 150 anos de idade - só se tornou possível no seio das comunidades que abandonaram o nomadismo.
Fixo à terra, pouco a pouco, de geração em geração, o homem foi aprimorando as técnicas de cultivo e de processamento da fruta. Pode-se, até mesmo, dizer que a história da uva resume parte da história do homem ocidental.
Primitivamente, a cultura da uva teve apenas um caráter doméstico, desenvolvendo-se para o comércio e para a exportação apenas com o desenvolvimento da navegação no Mar Mediterrâneo.
Segundo conta Pio Corrêa, foi por volta do ano 600 antes de Cristo que o homem aprendeu a podar a videira para obter uma abundante e saborosa carga de frutos, um salto definitivo na melhoria das técnicas de produção da fruta. Diz a lenda, também, que foi um asno e não um homem quem, pela primeira vez, descobriu o poder da poda ao comer os ramos e as folhas verdes de uma videira.
Acredita-se que as uvas originaram-se na Ásia, tendo sido introduzidas na Península Itálica e na Europa pelos povos gregos.
Foram os romanos, por sua vez, que transformaram a viticultura em um comércio lucrativo, enchendo as paisagens mediterrâneas de videiras.
As uvas de então, ainda por vários séculos depois disso, destinavam-se, basicamente, à produção de vinho.
Fruta difícil de se transportar e de conservar, exigente de cuidados, o homem logo aprendeu a aproveitar de outras formas os valores e delícias embriagantes da uva.
Por sua alta concentração de açúcares, o processo de fermentação das uvas gera uma bebida excepcional, de teores alcoólicos variáveis, e que passou a ocupar o lugar do mais conhecido, consumido e importante entre todos os vinhos de frutas existentes.
O vinho de uva constitui-se, de fato e desde tempos muito antigos, num produto de enorme significado social e econômico para o homem ocidental.
"Nos Evangelhos, a videira é símbolo da sabedoria, tendo o vinho sido escolhido para simbolizar o sangue do Criador nosacrifício da Missa. A videira simboliza a vida humana e o vinho é considerado como um dom divino. Sua pátria é oOriente, de onde passou para a Europa. Na época do dilúvio, já Noé plantava a videira e abusava do vinho, conta a Biblia.Entre os Pregos, Saturno passava como precursor da viticultura em Creta; no Egito, Osíris; na itália, Baco."
DICIONÁRIO DAS PLANTAS ÚTEIS DO BRASIL E das exóticas cultivadas M. Pio Corrêa (1926)
Até nossos dias, a maior parte da produção das videiras permanece destinada à industrialização do vinho: calcula-se que cerca de 80% do total produzido anualmente é transformado em vinhos ou em outros tipos de bebidas alcoólicas, tais como brandy, cognac, armagnac, jerez, etc.; cerca de 5% destina-se ao processamento de sucos; outros 5% viram uvas passas; e 10% é consumido in natura, como sobremesa ou por puro prazer.
Há cerca de 10 mil variedades diferentes de uvas, adaptadas a vários tipos de solo e de clima, o que possibilita o seu cultivo em quase todas as regiões do mundo.
Sendo frutas bastante sensíveis às condições do solo e do clima em que se desenvolvem, as uvas variam muito de acordo com essas condições, apresentando características que as distingüem segundo o sabor, a acidez, a doçura, o formato, a coloração e a resistência da casca, o tamanho, a quantidade de sementes, a forma e o formato dos cachos.
Quanto ao seu emprego, basicamente, as uvas costumam ser divididas em dois grandes grupos: as uvas de mesa e as uvas para vinho e outros fins industriais .
No Brasil, as uvas chegaram junto com os primeiros colonizadores portugueses. Por muito tempo, segundo Pio Côrrea, 'predominou por aqui a idéia de que as condições ambientais não permitiriam jamais a cultura da videira, planta que era considerada delicadíssima, e que só poderia medrar em alguns paises da Velha Europa". Hoje, no entanto, a viticultura constitui-se em uma grande fonte de riquezas para o País.
Desde o começo do século os vinhedos começaram a ser instalados no sul e no sudeste do país, por imigrantes europeus alemães e italianos. Muitas cidades e 230 vilas foram criadas, muitas parreiras plantadas, modificando, definitivamente, as paisagens serranas e frias do Rio Grande do Sul. Ali se destacam os municípios de Flores da Cunha, Bento Gonçalves, Garibaldi, Santana do Livramento e Caxias do Sul como grandes produtores de vinhos de qualidade. Atualmente, além do Rio Grande do Sul, os Estados de Santa Catarina, do Paraná e de São Paulo (especialmente os municípios de São Miguel Arcanjo, Vinhedo e Porto Feliz) também produzem boas uvas.
No entanto, a partir dos anos 70, o Brasil viveu uma grande transformação em relação à produção de uvas, que se processou quando grandes grupos nacionais e internacionais, através de incentivos governamentais, passaram a investir no desenvolvimento e na instalação de modernos projetos de irrigação ao longo de todo o vale fértil, quente e seco do Rio São Francisco.
Inúmeras agroindústrias produtoras de socos, de vinhos e de doces foram atraídas para a região do Vale, ampliando ainda mais a oferta de trabalho e alterando profundamente as condições sócio econômicas de toda uma população habituada, há séculos, às dificuldades da caatinga e da seca.
Em poucos anos, a terra do licuri e do mandacaru começou a produzir em abundância frutas de todo tipo, como abacaxi, mamão, abacate, figo, goiaba, maracujá, melão, melancia, carambola, manga, limão, laranja e, é claro, uva.
O potencial agrícola e vinícola dessa região já era, há muito tempo, estimado, pelos técnicos, como ressalta o próprio Pio Corrêa em seu Dicionário, ainda nos anos 30. A altitude, que varia entre 300 a 500 metros acima do nível do mar, os excelentes solos cultiváveis, as temperaturas médias anuais sempre altas e a escassez de chuvas e de geadas são condições perfeitas para a produção de frutas saudáveis e doces.
Atravessando terras pertencentes a cinco estados das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e Minas Gerais), o Vale do São Francisco compõe, atualmente, o maior pomar produtor e exportador de frutas do país, sendo capaz de abastecer, também, boa parte do grande mercado interno.
Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br
Nome popular da frutaUva
Nome científicoVitis spp.
Origem
Ásia

Fruto
A uva é um fruto tipo baga, de formato, tamanho, cor e consistência e aroma variáveis. A polpa comestível, de sabor doce, ácido, amargo ou adstringente, contém até quatro sementes. É uma fruta do tipo não-climatérico, ou seja, não amadurece após a colheita, devendo ser colhida no ponto ideal de maturação.

PlantaA videira, da família Vitaceae, é uma planta trepadeira lenhosa, com gavinhas de fixação. O caule jovem é de cor verde, tornando-se escuro posteriormente. As folhas são grandes, verdes, palmadas e com 5 lobos. Atinge até 7 metros de comprimento. Frutifica a partir do 3º ano após o plantio, nos meses de novembro a março na região sul e o ano todo na região nordeste.
As videiras compreendem inúmeras espécies e seus híbridos (cruzamentos). Comercialmente são classificadas basicamente em dois grupos: as finas (cultivares de Vitis vinifera L.) e as rústicas (cultivares Americanas – V. labrusca e V. bourguina – e híbridos). Outras espécies são utilizadas na fabricação de doces, sucos e vinhos, mas em menor escala (V. riparia, V. rotundifolia e V. aestivalis).
Um grande número de espécies e híbridos de Vitis não possui valor comercial, mas é utilizado como porta-exerto para as cultivares comerciais, devido à sua resistência a pragas e doenças.
As uvas finas para vinho ou mesa englobam variedades da espécie Vitis vinifera L. de origem européia, que são sensíveis às doenças fúngicas e altamente exigentes em tratos culturais. Todas as variedades exportadas estão incluídas nesse grupo ou são híbridas entre elas e alguma outra espécie de Vitis.
As uvas rústicas são cultivares de Vitís labrusca, Vitis bourguina e híbridos interespecíficos, às vezes complexos, envolvendo várias espécies americanas e também V. vinifera. Apresentam, via de regra, alta produtividade e resistência às doenças fúngicas.
As uvas sem sementes ou apirenas são muito apreciadas para o consumo ao natural. Observa-se a ausência completa ou presença apenas de vestígios de sementes nos frutos. Geralmente são da espécie Vitis vinifera ou híbridos desta espécie com outras.
CultivoA produção de uvas envolve uma grande gama de atividades ao longo do ciclo produtivo. Demanda bastante conhecimento técnico do produtor ou a assistência de um profissional com experiência comprovada. A mão-de-obra utilizada, abundante em todas as fases, também deve ser bem capacitada, para realizar corretamente todos os tratos culturais necessários.
Dentre as fruteiras cultivadas, certamente a uva é a que exige os maiores investimentos e pessoas mais capacitadas. Envolve alto risco, mas com lucratividade bastante atrativa.
A exploração racional de um vinhedo depende de uma série de fatores que afetam o seu desempenho produtivo e a sua viabilidade econômica. Esses fatores devem ser de amplo domínio do produtor, tais como a variedade plantada, espaçamento, clima, solo, incidência de pragas e doenças, rendimento dos cultivos, custos de produção, preço do produto e o conhecimento, atendimento e manutenção do mercado consumidor, interno ou externo.
Especialistas destacam alguns pontos fundamentais na implantação e condução da viticultura:
Escolha do local
O vinhedo, preferencialmente, deve ser instalado em regiões de temperatura elevada, baixa umidade relativa e alta insolação. Nessas condições, o crescimento das videiras é contínuo, possibilitando, com as podas, o escalonamento ou concentração da colheita, conforme as demandas do mercado, além da produção de mais de uma safra anual.

Mudas
O porta-enxerto e o
cavalo (planta que será enxertada) devem ter boa procedência, provenientes de matrizes com alta produtividade e isentas de pragas e doenças.

Nutrição
A videira deve ser mantida em níveis nutricionais adequados, baseando as adubações em análises de solo e foliar.

Pragas e doenças
O monitoramento e controle das pragas (ácaros, cochonilhas e broca-dos-ramos), doenças fúngicas (míldio, oídio e mofo-cinzento), bacterianas, viróticas, e ervas daninhas deve ser intensivo.

Para consumo de mesa, os cachos devem ser atraentes, com sabor agradável, resistentes ao transporte e ao manuseio e com boa conservação pós-colheita. A forma ideal do cacho é cônica, com tamanho médio de 15 a 20 cm e peso superior a 300 gramas. Os cachos devem ser cheios, mas não compactos. As bagas devem ser grandes e uniformes, com diâmetro igual ou maior a 18 mm para uvas sem sementes e 24 mm nas com sementes. A polpa deve ser firme, com película e engaço resistentes. É importante que as bagas apresentem cor intensa, brilhante e uniforme.
Os critérios que determinam o ponto ótimo de maturação para uvas destinadas à elaboração de vinhos, visando a obtenção de máxima qualidade, são a medida do teor de açúcar, a conjugação da medida de açúcares e ácidos ou de açúcares e pH. O critério de controle mais utilizado é o grau glucométrico (teor de açúcar), medido em escala de graus Babo, que representa a percentagem de açúcar existente no caldo da uva, ou em escala de graus Brix, que representa o teor de sólidos solúveis totais na amostra, 90% dos quais são açúcares.
Usos
A uva é altamente apreciada para consumo “in natura” e é utilizada na fabricação de diversos produtos, como passa, suco, doce, geléia, vinho e vinagre. Fornece, também, outros subprodutos, como corantes naturais, ácido tartárico, óleo de semente e taninos.

A uva é rica em carboidratos e vitaminas, como tiamina, riboflavina e vitamina C. Os minerais presentes são cálcio, fósforo, magnésio, cobre e, em maior quantidade, potássio.
Mercado
A produção nacional de uva de mesa é destinada ao
mercado doméstico e internacional.

A produção de vinhos, suco de uva e derivados do mercado está concentrada no Rio Grande do Sul, onde são elaborados 300 milhões de litros de vinho e mosto como média anual, representando 95% da produção nacional.
No mercado interno, o produtor convive, em alguns anos, com o excesso de oferta no pico das safras. Isto provoca uma significativa redução de preços na lavoura, que se estende para o consumidor. Como a oferta interna é menor que o consumo, essa redução de preço amplia a demanda nas camadas da população de menor poder aquisitivo, não havendo, portanto, perdas ou descarte na produção.
No mercado externo, existem durante o ano duas janelas (períodos) bem claras para a exportação da uva brasileira, quando a oferta de países concorrentes é bem menor. A primeira vai de abril a junho, quando se comercializa normalmente um terço do volume exportado pelo país, e outra, de outubro a dezembro, quando se embarca os demais dois terços do volume total das exportações.
O mercado brasileiro, apesar das nossas exportações, é importador de uva e seus derivados. Há, portanto, espaço para novos produtores ampliarem a oferta nacional, desde que os parâmetros de eficiência e qualidade sejam observados.
Pierre Vilela
Vitis viniferaA árvore que produz este fruto chama-se videira, também conhecida como parreira.
Possui um formato arredondado, podendo ser, de acordo com a espécie, da cor preta, rosada ou verde.
Existem diversas espécies de uva, porém as mais conhecidas no Brasil são: uva itália, niagara, branca e rosada.
É uma fruta rica em sais minerais, tais como: cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio.
Possui também, em quantidade razoável, vitaminas (complexo B e vitamina C).
Não é muito calórica, pois 100 gramas de uva possui, aproximadamente, 50 calorias.
É muito utilizada para a fabricação de sucos, doces, vinhos, geléias e podendo também ser consumida crua.
O sabor da uva varia muito de acordo com o tipo de solo, podendo ser doce, cítrico ou ácido.
É uma fruta típica da região asiática, sendo que o plantio foi introduzido no Brasil na época da colonização portuguesa (século XVI).
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICAReino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Vitales
Família: Vitaceae
Género: Vitis

Entre as espécies de videiras podemos referir:
Vitis vinifera, o tipo de videria mais frequente na produção do vinho, na Europa
Vitis labrusca, espécie norte-americana, utilizada na produção de sumo, uva de mesa e, algumas vezes, vinho
Vitis riparia, tipo de videira bravio norte-americano, usado, às vezes, para produzir vinho
Vitis rotundifolia, uva muscadínea, usada para doces e, por vezes, vinho
Vitis aestivalis, em que a variedade
Norton é usada para fabricar vinho.

Fruta-símbolo do deus grego Dionísio (Baco, na mitologia romana), preparava o vinho que embebedava os participantes das bacanais, liberando emoções e instintos. Sem fermentação, porém, só provoca o prazer do sabor e o pecado da gula. Contém glucose, ferro, potássio e é rica em vitaminas (A, B1, B2). É calórica.
A uva é uma fruta altamente energética por ser rica em carboidratos, apresentando também pequenas quantidades de vitaminas do Complexo B e vitamina C.
Pela sua quantidade de água e sais minerais, ela ativa os rins aumentando a eliminação de urina. Além de suave laxante, essa fruta atua contra várias enfermidades do intestino, do intestino, fígado, abdome, vômitos e amargo da boca, além de estimular as funções cardíacas.
As folhas de uva, secas e trituradas e aplicadas em compressas, aliviam dores de cabeça, inflamações e sensações de ardor de estômago. Tomadas em forma de chá, elas aliviam sintomas de menopausa, combatem acnes (espinhas) e hemorragias.
As uvas passas são eficazes contra a tosse crônica e disenteria. Zumbido dos ouvidos, insônia e outras afecções de caráter nervoso também desaparecem depois de se ingerir regularmente as uvas passas, devido ao seu poder calmante.
Ricas em açúcar, as uvas só não são recomendadas aos diabéticos e aos que fazem regimes de emagrecimento.
Quando em bom estado, conservam-se em geladeira por uma semana.
Seu período de safra vai de janeiro a março, mas existe a estrangeira no mercado, de março a julho.
Partes utilizadas: Folhas, frutos e gavinha.
Propriedades medicinais da uva
A uva é uma das frutas mais apreciadas pelo homem, desde a mais remota antiguidade. Em todos os tempos, ela tem sido um precioso alimento para o gênero humano, nas vária fases da sua existência.

Ajuda a tratar de: Cansaço intelectual, cicatrizes, disfunções intestinais e digestivas, feridas, fragilidade capilar, hemorragia uterina, peles cansadas e sem brilho, prevenção de
estrias.

Possui propriedades que rejuvenescem, diuréticas e ajudam a limpar o sangue.
O vinho tinto e o suco de uva são recomendados para manter as artérias limpas, evitando o acúmulo de gorduras.
Utilidades Medicinais
Anemia

Tomar suco de uva natural e concentrado freqüentemente.
As uvas são ricas em vários tipos de compostos fenólicos, como os flavonóides, que apresentam efeito antioxidante e agem sobre a formação de radicais livres e diminuindo os níveis de LDL-colesterol. A catequina encontrada nas uvas e também em outras frutas, apresenta ação relacionada com a estimulação do sistema imunológico, com a redução do risco de doenças cardiovasculares e também com a diminuição da incidência de câncer do intestino.
Uvas e seus derivados também são uma importante fonte de resveratrol, composto que vem sendo associado a uma função cardiovascular saudável, ajudando a proteger contra doenças do coração. O resveratrol também vem sendo relacionado com a inibição da carcinogênese.
Fonte: www.frutas.radar-rs.com.br
Videira
Seu nome popular é videira. Na ciência é conhecida como, Vitis vinifera L. Sua família botânica é a, Vitaceae. Tem origem na Europa e Oriente Médio.
A característica de sua planta é uma trepadeira de caule espesso e resistente, verde quando jovem, tornando-se escuro posteriormente. Folhas grandes divididas em blocos com uma leve pilosidade esbranquiçada em sua superfície. Flores creme-esverdeadas e pequenas.
Atravessando terras pertencentes a cinco estados das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e Minas Gerais), o Vale do São Francisco compõe, atualmente, o maior pomar produtor e exportador de frutas do país, sendo capaz de abastecer, também, boa parte do grande mercado interno.
A uva mantém um bom nível de colesterol hdl, evitando a formação de coágulos sanguíneos e o agrupamento de plaquetas.
O suco da polpa de uva oferece todas estas propriedades acompanhadas de um sabor refrescante, carboidrato, ferro e composto antoxidantes.

GUARANA DA AMAZONIA TAMBEM TEM UM GRANDE VALOR EM NOSSA SAUDE GENTE

Guaraná
As propriedades estimulantes e os diversos usos ampliam os negócios com esta fruta da Amazônia brasileira
O guaraná é processado e consumido na forma de pó, bastão, xaropes e extratos. A produção brasileira de guaraná é praticamente toda consumida no mercado interno, estimando-se que pelo menos 70% da produção seja absorvida pelos fabricantes de refrigerantes. Pequenas quantidades são exportadas.
Nome popular da frutaGuaraná (uaraná, narana, guaranauva, guaranaina, guaraná-da-amazônia)
Nome científico
Paullinia cupana H.B.K. var. sorbilis (Mart.) Ducke
Origem
Brasil (Amazônia)
Fruto
Os frutos apresentam a coloração vermelha e, em menores proporções, alaranjadas e amarelas. Quando maduros abrem-se parcialmente, deixando à mostra 1 a 3 sementes castanho-escuras, com a metade inferior recoberta por um espesso arilo branco. A colheita é realizada nesse estágio, para que as cápsulas (casca) não se abram totalmente, evitando a queda das sementes.
A fruta possui guaraína, substância parecida com a cafeína, que possui propriedade estimulante, aumenta a resistência nos esforços mentais e musculares, diminui a fadiga motora e psíquica.
PlantaArbusto de clima tropical, quente e úmido, o guaranazeiro é uma planta perene e trepadeira. Pode atingir até 10 metros de altura quando tem como suporte as árvores da floresta. Em cultivos isolados tem porte de arbusto, em forma de moita, crescendo no máximo 2 ou 3 metros.
Cultivo
O Brasil é o único produtor comercial de guaraná do mundo. A produtividade média da cultura no Brasil é de 298 kg/ha. A baixa produtividade é justificada pelo pequeno uso de mudas de clones selecionados, plantio de variedades tradicionais não melhoradas, idade avançada dos guaranazais, alta incidência de pragas e doenças e falta de tratos culturais adequados.
Para a produção comercial, os produtores devem buscar sementes ou mudas (clones) selecionadas. Os especialistas na cultura recomendam que o guaranazeiro seja propagado através do enraizamento de estacas (ramos retirados da planta, herbáceos, não lignificados e com as folhas totalmente expandidas). A produção de mudas por sementes, devido à grande variabilidade genética existente entre as plantas de guaraná, não é recomendada, pois produzem um pomar desuniforme e de produtividade muito variável.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária tem lançado cultivares selecionados e de alta produtividade. Além da alta produtividade – os clones produzem de 400 gramas a 1,5 quilo de sementes por planta –, as plantas são resistentes à antracnose, doença causada pelo fungo Colletotrichum guaranicola que traz sérios prejuízos à lavoura. A muda obtida por clonagem (propagação vegetativa) apresenta a vantagem de menor tempo de formação, de sete meses, enquanto a muda tradicional, produzida a partir das sementes, demora 12 meses para ficar pronta e ir ao campo.
Os clones apresentam precocidade para o início da produção, em média, de dois anos, contra quatro anos das plantas tradicionais. A produção comercial estabiliza-se após três anos do plantio, no caso dos clones, e em cinco anos nas plantas tradicionais. Além disso, a sobrevivência dos clones no campo, após um ano de plantio, supera 90%, enquanto nas plantas provenientes de sementes, geralmente fica abaixo de 80%.
O fruto do guaraná deverá ser despolpado e torrado para comercialização. Após a colheita, os frutos são acondicionados em sacos ou amontoados em local limpo por até três dias para fermentação. O local deve ter piso de cimento ou cerâmica e, de preferência, ser fechado, para evitar acesso de animais. A fermentação facilita a retirada da casca, tanto manualmente ou com equipamentos apropriados. Após o despolpamento, as sementes são lavadas em água limpa e classificadas em dois tamanhos, por peneira com malha de 6 mm.
Após a classificação, as sementes são torradas separadamente, possibilitando a uniformização do ponto de torrefação e a obtenção de um produto homogêneo. A torrefação é feita em tacho de barro ou metálico, em fogo brando, mexendo-se as sementes constantemente para melhor distribuição do calor. A torrefação em tacho de barro é mais usual e leva de quatro a cinco horas, enquanto no tacho metálico, este tempo é de cerca de três horas e meia.
Para a indústria de refrigerantes, as sementes estarão prontas quando atingirem o "ponto de estalo" ou umidade em torno de 5% a 7%. Para o guaraná em bastão, a umidade deve ser de 8% a 12%.
As sementes são armazenadas em sacos aerados, de preferência de fibras naturais, como aniagem ou juta. O tempo de armazenamento, desde que em condições adequadas, pode alcançar até dezoito meses.
Usos
O guaraná é processado e consumido na forma de pó, bastão, xaropes e extratos. Nos refrigerantes o conteúdo mínimo exigido de sementes de guaraná é de 0,2 g e o máximo de 2 g/litro ou o seu equivalente em extrato. É, ainda, utilizado na fabricação de bebidas energéticas, sorvetes, fármacos, cosméticos, confecção de artesanato, entre outros usos.
Mercado
A produção brasileira de guaraná é praticamente toda consumida no mercado interno. Estima-se que pelo menos 70% da produção seja absorvida pelos fabricantes de refrigerantes, enquanto o restante é comercializado na forma de xarope, bastão, pó, extrato e outros subprodutos. Pequenas quantidades são exportadas.
Fruto do guaranazeiro, arbusto trepador, Paullinia cupana var. sorbilis , da família das Sapindáceas. Primitivamente existente na Bacia Amazônica, em torno das localidades de Mauás e Parintins, no Estado do Amazonas. O fato de ser conhecida apenas em cultivo, indica ser esta planta uma das muitas do tesouro etnobotânico dos ameríndios que passaram às mãos dos conquistadores brancos.
As primeiras notícias sobre o guaraná vieram de viajantes que, em séculos passados, percorrendo o interior do Brasil, tomaram conhecimento de uma pasta, endurecida em bastões pelo calor e pela fumaça, que os habitantes da região dissolviam em água para fazer uma bebida. Era um alimento estimulante imprescindível para os nativos daquela região. Estes recorriam ao guaraná sempre que necessitavam de maior energia para executar trabalhos físicos exaustivos. A ação estimulante do guaraná é devida ao seu conteúdo em cafeína.
É indicado na fraqueza geral, esgotamento, depressão nervosa, fastio, prevenindo e curando perturbações gastro-intestinais, como despepsias, flatulências, fermentações anormais, diarréias, gazes e prisão de ventre. Estimula as funções cerebrais, favorecendo a atividade intelectual. Combate a enxaqueca, dá ritmo ao coração e restaura o vigor tanto em jovens quanto em idosos (reparando as forças das pessoas gastas por abusos e prazeres).
Tem ação benéfica sobre o estômago e intestino, e livra o organismo das toxinas e das fermentações. A sua ingestão é tão importante que até a sonolência após as refeições desaparece pois grande é seu efeito sobre o aparelho digestivo.
É considerado um excelente tônico vitalizante.

A NAÇA TAMBEM E MUITO PODEROSA NA SAUDE HUMANA CONFIRA AQUI O QUE DIZ A MATERIA

Maçã
Fruteira típica de clima temperado, a cultura da maçã é uma das atividades que mais recebe investimento em tecnologia e qualidade no país
Nome popular da fruta
Maçã
Nome científico
Malus domestica Borkh.
Origem
Oriente Médio e Leste Asiático.
FrutoFruto globoso com uma profunda depressão no ponto de inserção da haste, que o prende aos ramos.
De coloração vermelha ou verde, pode apresentar pequenas manchas esverdeadas ou amareladas.
Planta
A macieira é uma frutífera típica de clima temperado, da família Rosaceae, com pequena exigência de frio, apresentando-se apta para produzir satisfatoriamente em condições de inverno brando. A árvore chega a 10 metros de altura. Possui tronco de casca parda, lisa e copa arredondada. As flores são brancas ou róseas, e aromáticas.
CultivoNo Brasil, a produção de maçã se concentra em duas cultivares, ‘Gala’ e ‘Fuji’, que representam em torno de 90% da área plantada. Outras cultivares plantadas são a ‘Eva’, ‘Golden Delicious’, ‘Brasil’, ‘Anna’, ‘Condessa’, ‘Catarina’, ‘Granny Smith’.
As cultivares ‘Eva’, ‘Anna’ e ‘Condessa’ possuem baixa exigência em frio, o que as torna recomendáveis para plantio em regiões mais quentes e com produção entre dezembro e a primeira quinzena de janeiro.
A ‘Gala’ vem sendo gradativamente substituída por clones de coloração mais vermelha dos frutos, como a ‘Royal Gala’, ‘Imperial Gala’ e ‘Galaxy’. Seus frutos são colhidos nos meses de janeiro e fevereiro.
A ‘Fuji’ e seus clones ‘Fuji Suprema’ e ‘Kiku’, que também tem frutos mais avermelhados, produzem no mês de abril e maio, sendo uma fruta de sabor doce e muito suculenta. A ‘Fuji’ apresenta, ainda, a vantagem de ser mais resistente ao armazenamento que a ‘Gala’.
Os programas de melhoramento genético vêm criando cultivares com menor exigência em frio e resistentes a doenças, destacando-se a ‘Imperatriz’, ‘Daiane,’ ‘Baronesa’, ‘Catarina’ e ‘Joaquina’, as últimas duas resistentes a sarna, importante doença fúngica que ataca folhas e frutos das macieiras.
Para início do pomar é imprescindível o plantio de mudas enxertadas e sadias, em porta-enxertos clonais ou de sementes da própria macieira.
Por se tratar de cultura perene e de polinização cruzada, deve-se consorciar no plantio variedades interpolinizantes.
A produtividade média da maçã no Brasil varia de 15 a 30 t/ha de frutos em pomares adultos e conduzidos dentro das modernas técnicas. Essa variação ocorre em função do espaçamento, cultivar e manejo.
Usos
A maçã tem como principal destino o consumo fresco. Diversos tipos de processamento da fruta são possíveis, produzindo produtos como doces, geléias, compotas, sucos, bebidas e vinagre.
MercadoO produtor deve estar atento sobre a capacidade de armazenamento dos frutos na região onde pretenda produzir. No Brasil, a capacidade de armazenamento de maçãs é de 511.525 t, cerca de 60% da produção nacional, com boa parte dessa capacidade instalada em Santa Catarina. Sem o armazenamento, o produtor é obrigado a vender sua produção em um período muito curto de tempo, ficando sujeito à pressão baixista de preços.
O mercado consumidor é altamente exigente tanto para o preço quanto para a qualidade das frutas, o que demanda um beneficiamento capaz de selecionar criteriosamente as frutas com potencial de mercado in natura, com bases em infestações de doenças e em defeitos físicos, o que tem levado nos últimos anos a um descarte em torno de 30% da produção nacional. Esse descarte é normalmente direcionado à industrialização. Esse percentual de industrialização no país tende a aumentar, devido à demanda crescente no mercado interno pelo suco pronto para consumo.
Na indústria processadora de maçã, o suco é considerado um dos principais produtos. Do resultado de sua extração surge o bagaço, chamado de descarte sólido, que é uma mistura principalmente de casca, polpa e semente. O rendimento médio nas indústrias que utilizam a prensagem na extração de suco é de 65% de suco e 35% de bagaço. Novas tecnologias permitem uma relação de 84% de suco e 16% de bagaço.
No Brasil, o bagaço tem como principal destino o solo, como adubo orgânico, ou a utilização como ração animal. Uma série de estudos avalia seu aproveitamento na fabricação de álcool, bebida alcoólica, fibras para enriquecimento de alimentos e outros produtos.
O vinho de maçã, além do consumo direto, constitui a base para a sidra, bebida frisante, e para a produção de destilados envelhecidos como o calvados ou para a produção de blends como o pommeau.
Maçã
Maçã (Malus sylvestris; malus communis)
Variedade Maçã Fuji
Classificação científica
Reino:       Plantae
Divisão:      Magnoliophyta
Classe:       Magnoliopsida
Ordem:      Rosales
Família:       Rosaceae
Género:     Malus
Espécies:   Malus domestica, Malus sieversii entre outras.

A maçã é uma das frutas mais cultivadas do mundo.
As maçãs produzidas são frutos das macieiras, árvores da família Rosaceae, pertencentes ao género Malus. As variedades mais comuns são M. domestica e M. sieversii e respectivos híbridos.
A maçã, cientificamente falando não é realmente um fruto, e sim um pseudofruto (falso fruto).
História
A maçã foi uma importante fonte alimentícia em todos os climas frios e, provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo. São a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo.
As maçãs de inverno, colhidas no final do outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milênios na Ásia, Europa e nos Estados Unidos (desde 1800).
Informação NutricionalA maçã é excelente para prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, através da ingestão de uma maçã por dia. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca. Também tem um efeito acentuado para emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da maçã faz eliminar o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo.
A Maçã produz uma ação benéfica sobre o coração atuando de duas formas: pelo elevado teor de potássio e pela presença de pectina, que evita a deposição de gorduras na parede arterial, evitando a arteriosclerose. Por tudo isto, melhora a circulação sanguínea, reduzindo o trabalho cardíaco, prolongando a vida útil do coração.
Também tem propriedades medicinais, ao ser suavemente usada como uma espécie de laxante, pois ajuda na eliminação das fezes. Ela atua da seguinte maneira: durante a digestão ela absorve a água e durante a eliminação ela libera esta água que ficou armazenada, assim, não deixando que as fezes sequem, causando problemas posteriores como a prisão de ventre.
A maçã possui as seguintes vitaminas: B1, B2 e Niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro.
A maçã fermentada é utilizada para elaborar bebidas alcoólicas como a sidra asturiana, o Calvados francês e a sagardua basca.
Espécies cultivadas
Há mais de 7.500 espécies e variedades de maçãs.
As diferentes espécies encontram-se em climas temperados e subtropicais, já que macieiras não florescem em áreas tropicais, pois necessitam de um número importante de horas de frio, que é variável em função da variedade cultivada. As variedades da família da Gala, por exemplo, necessitam de um inverno com cerca de 700 horas de frio (temperatura abaixo de 7,2 ºC) para terem o rendimento ideal na colheita.
Maçã
Ingleses e norte-americanos dizem que uma maçã por dia é o bastante para manter-se saudável. Não exageram. As propriedades medicinais desta fruta saborosa e perfumada são muitas. Com fósforo, sais minerais e vitaminas (A, B1, B2), contém niacina e Ferro. Ela é realmente imprescindível na dieta diária.
Fruta das regiões temperadas, a maçã, além de saborosa, tem considerável valor nutritivo. As vitaminas do Complexo B em geral ajudam a regular o sistema nervoso, o crescimento, evitam problemas de pele, do aparelho digestivo e queda dos cabelos. O Fósforo previne a fadiga mental, além de contribuir para a formação de ossos e dentes. O Ferro é importante na formação do sangue.
É rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação dos coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames.
A maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade , reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso. A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como diurético.
Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi-la ao natural com casca, pois é junto dela que estão a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.
Na hora de comprar, escolha as de casca de cor acentuada e brilhante, polpa firme, pesadas, sem partes moles, furos ou rachaduras. Nessas condições ela se conserva até um mês na geladeira.
Seu período de safra vai de janeiro a abril. Daí até setembro só existem as importadas.
Cem gramas fornecem 58 calorias.
Partes utilizadas: Casca e pomo.
Propriedades medicinais da maçã
A maçã é um produto de uma árvore de porte mediana, da família das Rosáceas, originária da Ásia Central e das regiões do Cáucaso. Da Europa foi trazida ao Brasil, aclimatou aos Estados do Sul.
Ajuda a tratar de eliminação de toxinas do sangue, escorbuto, gripes, intestino preguiçoso, pele cansada, desidratada e congestionada, prisão de ventre, problemas digestivos, proteção da mucosa, retenção de líquidos, reumatismo, tensão nervosa.
Pode ser utilizada na prevenção de várias doenças como: arteriosclerose, esgotamento nervoso, reumatismo, gota e tosse.
Utilidades Medicinais
Catarro Pulmonar

Cozinhar a maçã, bem picada, em um pouco de água e mel. Filtrar. Tomar o caldo quente às colheradas, várias vezes ao dia. Substituir algumas refeições por maçãs cruas, exclusivamente.
Constipação IntestinalComer maçãs cruas com casca , bem lavadas, juntamente com mamão, mel de abelha e pão integral torrado. Mastigar bem. Comer também as sementes da maçã.
Palpitações do CoraçãoComer purê de maçã com um pouco de mel em substituição de algumas refeições. Esmagar com garfo a polpa de maçã cozida e acrescentar mel puro.
Diarréia
Cozinhar maçãs e tomar o caldo. Fazer refeições de maçã cozida com torrada.
Comer também maçãs crua.
FaringiteRecomenda-se usar maçãs frescas raladas ou suco de maçã durante a fase aguda.
ObesidadePassar vários dias só a maçãs, ou substituir refeições normais por maçã.
Prisão de Ventre
Ver constipação Intestinal
Olhos, Inflamações dosLavar os olhos duas vezes ao dia com algodão embebido em suco de maçã ácida.
Pode-se fazer cataplasmas com maçãs maduras raladas.
FRUTICULTURA BRASILEIRA
Característica s da planta
Árvore que chega a 10 m de altura. Tronco de casca parda, Lisa e copa arredondada.
Fruto
Fruto globoso ou deprimido com uma profunda depressão no ponto de inserção da haste que o prende aos ramos. De coloração vermelha ou verde podendo apresentar pequenas manchas esverdeadas ou amareladas. Surge de fevereiro a abril.
Cultivo
Exige clima temperado para se desenvolver. Solo sílico-argiloso e profundo. As variedades mais cultivadas são: gala, golden delicious e fuji, que variam na textura e sabor da polpa.
Se o mangostão é considerado como"a rainha das frutas tropicais" a maçã, por sua vez, é "a rainha das frutas européias. Nas regiões temperadas, a macieira é cultivada há muitos milênios. A antiguidade da participação da maçã na vida do homem é um fato de notório saber: histórias envolvendo os frutos da macieira podem ser encontradas em lendas e em mitos provenientes de distintas civilizações, habitantes de localidades muito distantes.
A esse respeito, cabe mencionar o fato de que a maçã, no episódio bíblico do Velho Testamento que narra o pecado original, está associada com a fruta utilizada pela serpente para levar Adão e Eva ao pecado. Um pouco mais próximo no tempo, cabe também uma referência à história da Branca de Neve, um dos mais conhecidos contos de fada da infância na cultura ocidental: ali, é a maçã envenenada pela madrasta malvada, transformada em bruxa, o elemento portador do feitiço e da infelicidade.
Até os dias de hoje não se sabe, ao certo, quando e onde se originou a macieira, e qual ou quais foram as espécies silvestres que deram origem à maçã contemporânea, cujas variedades são atualmente conhecidas. Podem ser, por exemplo, a Malus sylvestris, originária da Europa, a Malus prunifolia, originária da Sibéria e do norte da China, ou a Malus pumila, originária do Cáucaso e de parte da Rússia, ou todas elas em conjunto.
A maçã é, talvez, a fruta que engloba a maior quantidade de variedades conhecidas: estima-se algo entre 5 e 20 mil. Dessas, de 3 a 4 mil são cultivadas, em maior ou menor escala, em diferentes partes do mundo. O certo é que este número vem crescendo a cada dia que passa, com o aprimoramento e com o desenvolvimento de novas variedades em estações experimentais.
A maçã é, como diz Eurico Teixeira, "por demais conhecida para que se lhe descreva o fruto". Em suas variedades, os frutos da macieira podem ser distinguidos e agrupados por suas qualidades de sabor, tamanho, forma, aparência e consistência da polpa e da casca, e por suas distintas utilidades.
Basicamente, as maças podem ser de três tipos: de mesa, de cozinhar ou próprias à fabricação da sidra ou do vinagre. Apesar das inúmeras variedades de maças existentes, uma mesma árvore pode fornecer frutos com diferentes aproveitamentos, de acordo com a sua classificação. Assim, após passarem por uma primeira seleção, as maças cuja forma, cor, tamanho e aparência da casca apresentem melhor aspecto comercial, são embaladas cuidadosamente para o consumo in natura, e as frutas com algum dano de qualidade ou fora das especificações são destinadas ao fabrico de subprodutos, tais como: suco, sidra, vinagre, álcool, geléias, compotas, doces, etc.
No Brasil, os primeiros cultivares que chegaram da Europa durante os anos 20, com o objetivo de se estabeleceram plantações comerciais, foram instalados no sul de Minas Gerais, na região de Maria da Fé. Ali, as macieiras se deram muito bem, em virtude da altitude e do clima que se aproxima ao das regiões temperadas.
No entanto, por aqui, até os anos 60, a maçã era fruta rara, difícil de se encontrar, guardada para ocasiões especiais ou, então, reservada para a nutrição de crianças pequenas e para o restabelecimento e a convalescência de pessoas enfermas.
De fato, por seu alto teor de potássio e pela capacidade de produzir boas quantidades de fibras, a maçã é fruta indicada para a manutenção da saúde, para a prevenção de doenças cardíacas e de excesso de colesterol no sangue, e para dietas alimentares de emagrecimento.
Além disso, muito apreciada por seu delicado sabor e fácil digestão, as possibilidades de consumo e de utilização da maçã são bastante amplas e incentivam a imaginação dos cozinheiros: in natura, crua, cozida ou assada; com ou sem casca; inteira, em mordidas crocantes e suculentas, em pedaços, ralada, raspada ou em purê; como ingrediente para doces, geléias, compotas, bolos, tortas, crepes e strudels; como acompanhamento para carnes e no preparo de inúmeros pratos salgados; ou como bebida, em sucos, "vitaminas", chás, vinhos e sidras; ou ainda como vinagre.
Desde a metade dos anos 70, o Brasil transformou- se em um grande produtor de maçãs, existindo, inclusive, inúmeras variedades da fruta desenvolvidas no próprio país, tais como a Rainha, a Soberana e a Brasil. Destaca-se, nesse sentido, o trabalho de seleção e de adaptação de variedades conduzido pelo Instituto Agronômico de Campinas, que gerou cultivares capazes de produzir satisfatoriamente em condições de inverno pouco frio. São também bastante cultivadas as variedades Gala da Nova Zelândia, Golden do Canadá e dos Estados Unidos, Anna de Israel e Fuji do Japão.
Muito bem adaptadas aos climas regionais, as maças encontradas nos mercados brasileiros provem, especialmente, do sul e do sudeste do pais, onde os Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná são responsáveis pela quase totalidade do volume produzido. As maças brasileiras chegam, atualmente, a ultrapassar, em qualidade e preferência do consumidor brasileiro, os produtos de reputação tradicional, como as famosas maças argentinas.

O CHUCHU TAMBEM NA SAUDE

Chuchu
O chuchu (Sechium edule) é uma hortaliça fruto ou seja, um vegetal da categoria dos frutos; também é conhecido como machucho ou caiota (Açores).
Apesar de ser uma hortaliça ou seja, poder ser cultivada na horta caseira, é considerada um fruto, tal como o tomate (devido ao fato de suas sementes estarem dentro, envolvidas pela parte comestível). Sua origem é atribuída à América Central em países como Costa Rica e Panamá.
Segundos alguns historiadores essa hortaliça fruto já era cultivada no Caribe à época do descobrimento da América.Trepadeira herbácea, da família das cucurbitáceas.
Era bem conhecida na antigüidade pelos Astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época, devido ao seu sabor característico e bastante suave para ser consumido durante o ano todo. De fácil digestão, rica em fibras e pobre em calorias, bom para um regime alimentar.
Na Madeira é conhecida por pepinela ou pimpinela e faz parte da gastronomia local, sendo normalmente cozida com feijão com casca, batatas e maçarocas de milho para acompanhar pratos de peixe, normalmente caldeiradas.
Destaca-se por ser uma fonte de potássio e fornecer vitaminas A e C. O chuchu é uma Cucurbitácea, tal como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.
Possui uma grande gama de frutos quanto à forma, tamanho e cor. Estes podem ser arredondados ou terem a forma de pêra, mais comumente encontrada nas feiras e quitandas.
A casca pode ser lisa ou com espinhos, conforme a espécie, sua cor varia do branco ao verde bem escuro. No mercado há preferência pelos frutos de casca verde-clara, sem espinhos, com tamanho de 12 a 18 cm de comprimento (fruto graúdo) e 7 a 10 cm (fruto miúdo). Os frutos quando passados apresentam a casca sem brilho e amarelada e com a ponta mais larga começando a se abrir. Por ser um fruto muito frágil, machuca-se com facilidade e a casca escurece rapidamente quando danificada, portanto deve-se escolher os frutos com cuidado, evitando de ferí-los.
Podemos encontrá-lo já descascado, cortado em cubos e embalado com filmes de plástico, ao natural ou pré cozidos em mercados e locais de grande acesso público.
Sabor suave da América Central
O chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Já era conhecido na antiguidade pelos astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época. Atualmente, está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil. É uma hortaliça de sabor suave, fácil digestibilidade, rica em fibras e pobre em calorias. Destaca-se como fonte de potássio e fornece vitaminas A e C. O chuchu é uma Cucurbitácea, assim como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.
COMO COMPRAR
Há uma grande diversidade de frutos quanto à forma, tamanho e cor. Os frutos podem ser arredondados ou terem a forma de pêra. A casca pode ser lisa ou com espinhos, com a cor variando de branco a verde bem escuro. No mercado há preferência pelos frutos de casca verde-clara, sem espinhos, com tamanho de 12 a 18 cm de comprimento (fruto graúdo) e 7 a 10 cm (fruto miúdo). Frutos passados apresentam a casca sem brilho e amarelada e com a ponta mais larga começando a se abrir. O chuchu é um fruto muito sensível, que se machuca com facilidade e a casca escurece rapidamente quando danificada. Portanto, escolha os frutos com cuidado, evitando causar ferimentos.
O chuchu também pode ser encontrado na forma minimamente processada, ou seja, já descascado, cortado em cubos e embalado com filmes de plástico. Certifique-se de que esse produto esteja exposto em gôndolas refrigeradas para garantir a sua adequada conservação, pois quando mantido em condição ambiente, estraga-se rapidamente. Os melhores preços de chuchu ocorrem entre os meses de junho a outubro. COMO CONSERVAR
Os frutos podem ser mantidos em condição ambiente, por 3 a 5 dias depois de colhidos, a partir de quando começam a murchar. Podem ser conservados por maior tempo, 6 a 8 dias, na parte de baixo da geladeira, embalados em saco de plástico. O produto já descascado e picado conserva-se por até 3 dias após seu preparo, desde que mantido embalado em vasilha tampada ou em saco de plástico, na gaveta inferior da geladeira.
COMO CONSUMIR
Os frutos não são consumidos crus. Devem ser cozidos e podem ser servidos na forma de refogados, cremes, sopas, suflês, bolo, ou salada fria. Para consumo como refogado ou salada, prefira os frutos mais novos, menores e com casca brilhante. Quando os frutos estão maduros, com a parte de baixo se abrindo, são excelentes para a elaboração de suflês, pois são mais consistentes e têm mais fibra. A casca pode ser removida antes ou após o cozimento. Quando os frutos estão bem novos podem ser consumidos com casca e miolo. DICAS
Também podem ser consumidas as folhas, brotos e raízes da planta. Os brotos refogados são ricos em vitaminas B, C e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro.
Corte e descasque os frutos crus sob água corrente pois estes têm uma liga que gruda nas mãos.
Propriedades do Chuchu
O chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Já era conhecido na antiguidade pelos astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época.
Atualmente, está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil. É uma hortaliça de sabor suave, fácil digestão, rica em fibras e pobre em calorias. Destaca-se como fonte de potássio e fornece vitaminas A e C.
O chuchu é uma Cucurbitácea, assim como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.
O chuchu tem quantidades consideráveis de Niacina, uma das vitaminas do Complexo B, que promove o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite.
Esta hortaliça contém ainda pequenas quantidades de Cálcio e Fósforo, que contribuem para a formação dos ossos e dentes e evitam a fadiga mental.
O chuchu está bom para compra quando apresenta cor verde-claro, encontra-se firme e sem marcas escuras ou picadas de insetos. Nesse estado, pode ser conservado em geladeira de 2 a 3 semanas.
Ele pode ser preparado sob a forma de saladas, refogados, suflês ou para dar consistência cremosa em recheios.
Seu período de safra é de março a junho e outubro.
Benefícios
Representa importante fonte de minerais como ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio
Possui alto teor de fibras
Ainda que muitos o considerem como um legume, o chuchu é o fruto de uma trepadeira da família das curcubitáceas, originária do México e da América Central. Ele é um dos alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros, embora seu sabor não seja dos mais marcantes. Mas talvez seja esse o seu principal atrativo, pois ele absorve com muita facilidade o gosto de outros alimentos e, por conseguinte, raramente é preparado sozinho.
O chuchu acompanha os refogados de cenoura e batata, entra como ingrediente de maioneses e cozidos, e é muito apreciado em associação com o camarão.
Entretanto, as propriedades do chuchu não devem ser desprezadas. Ele é rico em fibras, o que faz com que desempenhe um importante papel no funcionamento dos intestinos, e é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio. Em menor proporção, o chuchu possui uma pequena quantidade de vitaminas do complexo B e um pequeno teor de vitamina C.
Se for cozido sem sal, o chuchu é recomendado para o tratamento da pressão arterial alta e tem efeitos diuréticos. Os brotos da planta refogados auxiliam no combate à carência das vitaminas C e do complexo B.
Propriedades Nutricionais
O chuchu contém principalmente niacina, que é uma vitamina do complexo B. Apresenta ainda pequenas quantidades dos minerais cálcio e fósforo.
Valor Calórico100 gramas de chuchu cozido fornecem 31 calorias.
Propriedades MedicinaisEste alimento é muito importante, principalmente, na alimentação dos bebês, pois estes precisam de quantidades maiores de minerais e niacina para o seu desenvolvimento e fortalecimento. Além disso, o chuchu também ajuda a promover o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite.
Propriedades do Chuchu
O chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Já era conhecido na antiguidade pelos astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época.
Atualmente, está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil. É uma hortaliça de sabor suave, fácil digestão, rica em fibras e pobre em calorias. Destaca-se como fonte de potássio e fornece vitaminas A e C.
O chuchu é uma Cucurbitácea, assim como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.
Ainda que muitos o considerem como um legume, o chuchu é o fruto de uma trepadeira originária do México e da América Central. É um dos alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros, embora seu sabor não seja dos mais marcantes.
Mas talvez este seja o seu principal atrativo, pois ele absorve com muita facilidade o gosto de outros alimentos e, por conseguinte, raramente é preparado sozinho.
O chuchu acompanha refogados de cenoura e batata, entra como ingrediente de maioneses e cozidos, e é muito apreciado em associção com camarão. Rico em fibras, é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio. Em menor porção, o chuchu possui uma pequena quantidade de vitaminas do complexo B e um pequeno teor de vitamina C.