|
Grandes
Guerras - Guerra entre Palestinos e Judeus
|
|
|
|
Desde a época
em que os romanos destruíram Jerusalém, na Palestina, em 70 d.C., os judeus
que ali viviam dispersaram-se pelo mundo (diáspora), mas mantiveram-se unidos
pelas mesmas tradições religiosas. Sofrendo inúmeras e sistemáticas
perseguições ao longo dos séculos, os judeus europeus sempre alimentaram a
idéia de um regresso à pátria. Com base nessa idéia, em 1897, um congresso
reuniu israelitas de várias partes do mundo e fundou o Movimento Sionista,
cujo o objetivo principal era a criação de um Estado judeu na Palestina.
Ajudados por esse movimento, milhares de judeus migraram para a Palestina e
lá passaram a adquirir terras dos palestinos e a estabelecer colônias
agrícolas.
Quando o nazismo
(que era anti-semita) se consolidou na Europa, esse movimento migratório se
intensificou e, como era de se esperar, começaram na região uma série de
atritos entre os judeus e os árabes que habitavam o território palestino. Em
1947, dois anos do fim da Segunda Guerra -- na qual pareceram quase 6 milhões
de judeus --, a ONU aprovou a divisão da Palestina em dois Estados: um
judeu, com 10 mil km², e outro árabe, com 11.500 km².Em
15 de maio de 19483 os judeus liderados por David Ben Gurion fundaram o Estado
de Israel. Mas, para isso, expulsaram milhares de palestinos de
suas vilas e aldeias, obrigando-os a se refugiarem nos países árabes
vizinhos.Tinha início, assim, a "questão palestina". O êxodo
forçado dos palestinos deu origem a uma série de sangrentas guerras entre
árabes e israelitas. As principais aconteceram em 1956, 1967 e 1973. Com a
ajuda dos Estados Unidos, os israelitas venceram esses conflitos e expandiram
suas fronteiras ocupando territórios do Egito, da Síria e da Jordânia. Os
palestinos, porém, continuaram sem pátria. Dispostos a lutar pela criação de
um Estado Palestino, diversos chefes de Estados árabes criaram, em 1964, a Organização
para a Libertação da Palestina (OLP) que, anos depois, passou a ser
chefiada por Yasser Arafat, líder palestino de projeção internacional.
Durante duas décadas, aproximadamente, a OLP procurou alcançar seus objetivos
praticando e estimulando a violência conta o Estado de Israel. Este, por sua
vez, revidava com a mesma moeda. No final de 1988, no entanto, Arafat declarou
pela primeira vez que, atendendo a pedido da ONU, a OLP reconhecia a
existência do Estado de Israel. Desde então, apesar dos extremistas
judeus e árabes e do interesse dos grupos econômicos que se alimentam da
guerra, o conflito árabe-israelense evoluiu para uma solução negociada.
Finalmente, em 13 de setembro de 1993, depois de 46 anos de guerras, Arafat e
o primeiro-ministro de Israel, Itzhak Rabin, assinaram em Washington um
tratado de paz. Nos últimos dias podemos ver, que as cláusulas do acordo não estão
sendo compridas, após o atentado de 11 de setembro de 2.001 aos Estados
Unidos, intensificaram novamente a Guerra de Palestinos x Israelitas ou
Judeus.
|
PREVISÃO DO TEMPO REAL DAS CHUVAS ATUALIZADAS DIA A DIA
RELÓGIO CARBÔNICO QUE DIARIAMENTE MEDE OS GASES PROVOCADOS DA TERRA PARA OS ARES DOS CÉUS CAUSANDO SECAS E INUNDAÇÕES EM DIFERENTES PARTES DO MUNDO CONFIRA AQUI
TEMPO EM VAZANTE DISTRITO DE DIAMANTE PB
PREVISÃO DO TEMPO DIÁRIO
O
O GLOBO TERRA
Selecione o fuso horário da sua região para escutar os enunciados da hora falada de 10 em 10 segundos.
Devido à codificação do áudio, velocidade e tráfego de dados, podem ocorrer diferenças.
Ao selecionar um fuso, pode levar alguns segundos até o início da transmissão.
A Rádio DSHO/ON requer suporte ao HTML5.
RELÓGIO CARBONICO
loteria Fed
eral
!doctype>
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
VISITANTES DO BRASIL
HOROSCOPO DIARIO ASTRÓLOGA ESPIRITUAL SEVERINA BÁRBARA CAJAZEIRAS PB
RADIO TABAJARA FM JOÃO PESSOA PB
!doctype>
RADIO TABAJARA FM JOÃO PESSOA PB
Radio FM — Rádio Tabajara
!doctype>
Devido à codificação do áudio, velocidade e tráfego de dados, podem ocorrer diferenças.
Ao selecionar um fuso, pode levar alguns segundos até o início da transmissão.
A Rádio DSHO/ON requer suporte ao HTML5.
| UTC(ONRJ) - 2 | Arquipelago de São Pedro e São Paulo, Atol das Rocas, Fernando de Noronha, Martin Vaz e Trindade | |
| UTC(ONRJ) - 3 | Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhao, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins | |
| UTC(ONRJ) - 4 | Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima | |
| UTC(ONRJ) - 5 | Acre e oeste do Amazonas |
quarta-feira, 6 de março de 2013
HISTORIA LEIA UM POUVO SOBRE AS GUERRAS DOS PALESTINOS E DOS JUDEUS
FOLCLORE BRASILEIRO
Folclore Brasileiro e local
(Cajazeiras), Dia da Cidade Dia do Soldado.
Escola: Arco – Íris
Disciplina: Pratica de ensino médio II
Professora: Maria Auslandia F. de Lima
Série: 1°
Resgatando Folclore Brasileiro
( Local )
Dia da Cidade
Dia do Soldado
Cajazeiras, 23 de agosto de 2006
Índice
1. Objetivo
Geral
2. Objetivos específicos
3. Justificativa
4. Fundamentação
5. Metodologia
6. Gronograma
7. Referencias
Fundamentação Teórica
A origem de Cajazeiras esta localizada no
sentido Oeste do Alto Sertão Paraibano.
Como
referencial de beleza tem o pôr - do sol e a contemplação nos finais de tarde,
comunidade com o açude grande.
Padre Rolim o seu fundador, nasceu em 22 de
agosto de 1800, o qual era dotado de vocação religiosa.
Em 1836, Ana Francisca de Albuquerque
(mãe Aninha) inicia com ajuda dos seus escravos, a Constituição da Capela de Nossa Senhora de
Piedade. Hoje, a Paróquia é a
igreja Nossa Senhora de Fátima.
Cajazeiras, por tanto teve sua fundação a
partir de três edificações básicas: a igreja, o açude e o colégios.
A origem da Palavra
A origem do termo vem de uma palavra
criada pelo inglês Willian John
Thoms,
a 22 de agosto de 1846.
Folk = povo
Lore = conhecimento,
saber.
Esta data que foi consagrada como o Dia
Mundial do Folclore.
Folclore é o conjunto de tradições,
conhecimentos populares, lendas, músicas, adivinhações, provérbios.
Ciência que cuida das tradições, usos e
costumes dos povos. Saber do povo transmitido de pai para filho.
Cada povo tem um jeito muito especial de
compreender o que acontece à sua volta.
Para explicar fenômenos naturais, forças
desconhecidas, ou para contar passagens importantes da nossa História, as
pessoas comuns de todas as raças e religiões criam mitos, lendas, danças,
músicas, hábitos e tradições.
O saber popular é aquele que atravessa o
tempo pela comunicação oral das gerações, sendo recontado, falado, declamado ou
cantado.
Cuca, Curupira, Saci-Pererê, Lobisomem,
Mula-sem-cabeça existem na fantasia e imaginação de milhares de pessoas e
fazem parte, de alguma maneira, da nossa memória.
Folclore, portanto, é o conjunto das
tradições, conhecimentos, crenças populares, lendas, músicas" danças,
adivinhações, provérbios, superstições, brinquedos, jogos, poesias,
artesanatos, contos, enfim, tudo o que faz parte da cultura e da
memória de um povo.
No Brasil, as fontes do folclore são
três correntes étnicas, que contribuíram para a sua formação: o português, o
indígena e o negro.
O soldado
A vinda e cinco de agosto
Estou muito bem lembrado
Nasceu Duque de Caxias
O
nome grande saldado
Com que alegria, colegas
Eu hoje venho saudar
A figura de Caxias
Nosso grande militar
Luiz Alves de Lima e Silva
A tua espada altaneira
Uniu e pacificou
Toda a Pátria Brasileira
Objetivo geral
- Levar os alunos a conhecer e pesquisar sobre o folclore
brasileiro e local (Cajazeiras), como também resgatar o dia do soldado.
Objetivos específicos
- Resgatar o folclore local através de pesquisas
- Conhecer as lendas e mitos do folclore brasileiro
- Montar um mural sobre o folclore brasileiro e local
- Apresentar trava-linguas e parlendas
- Conhecer pontos turísticos de nossa cidade
- Tentar resgatar o dia do soldado
Justificativa
Como aproximação do dia do soldado, dia da cidade, como
também a semana folclórica, aproveitaremos, para, através de algumas atividades
valorizar a figura dessa profissional, conhecer lendas e mitos do folclore
brasileiro, englobando também os 206 anos de nossa cidade.
Metodologia
Este
projeto estar sendo trabalhado com dinâmicas de apresentação para quem ocorra a
interação dos alunos, onde serão utilizados musicas folclóricas, desenhos,
parlendas, historia do soldado, dia da cidade (Cajazeiras).
Irei utilizar brincadeiras com recortes de desenhos, leitura de livros
infantil, isto para estimular a escuta e
desenvolvimentos do alunos.
Cronograma
Este projeto estar sendo realizado desde o dia 15
de agosto e ira até o dia 23 de agosto
de 2006, acontecendo de 9:00 ás 11:00 todos os dia da semana.
Dia
15/08/06 – A origem da palavra folclore
Dia 16/08/06 – Montagem de um mural sobre o folclore
brasileiro e
O local (Cajazeiras).
Dia
17/08/06 – Lendas e mitos
Dia
18/08/06 – Texto expondo um relato sobre a cidade de
Cajazeiras
Dia
21/08/06 – Trava-linguas e parlendas
Dia
23/08/06 - Apresentação de uma peça envolvendo lendas e
Mitos do folclore
brasileiro.
Referências
RADESPIEL, Maria. Alfabetização sem segredos
(eventos
escolares), agosto segundo semestre.
Editora:
Temar
Comissão
especial do bicentenário. Cajazeiras
199
anos depois. Editora: Lucia Rolim,1999.
SAIBA COMO FUNCIONA OS PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO NESTE BRASIL
Executivo
Em maior ou menor grau, todos nós vivemos com Fud – sigla de fears
(medos), uncertanties (incertezas) e doubts (dúvidas) que atormentam nosso
cotidiano. Será que minha conta vai ficar sem fundos? Será que deixei a
cafeteira ligada de manhã? Será que terei um tumor cerebral por causa do
telefone celular? São algumas das questões que costumam causar temor nas
pessoas.
Apesar de nos permitirmos ser neuroticamente preocupados em nossas vidas privadas, raramente esta é uma qualidade admirada no mundo profissional. Por que então tantos executivos da área de segurança ainda se apóiam em táticas obscuras e pessimistas para convencer a gerência a fazer investimentos em segurança? Bem, em primeiro lugar, é fácil – existem muitas histórias assustadoras por aí. A maioria das organizações ainda vê a segurança como um centro de custos, portanto é muito mais simples apresentar o argumento dramático “investir ou se acabar” do que vincular os gastos com segurança aos resultados financeiros.
O termo Fud foi cunhado originalmente na década de 70 em referência à técnica de marketing da IBM de difundir boatos assustadores sobre o novo produto de um concorrente para dissuadir os clientes de correr um “risco” ao comprá-lo. Fud se sustenta na emoção – não na razão – para promover uma venda ou mesmo impedi-la.
Executivos de segurança e especialistas em gestão concordam que a terminologia é um remendo de curto prazo que destrói a credibilidade da equipe de segurança em longo prazo. Tendo testemunhado as falhas de Fud em primeira mão, diretores de segurança estão desenvolvendo técnicas mais práticas e realistas para justificar investimentos no setor.
“Essa abordagem funciona uma ou duas vezes em uma situação de crise de verdade, em que pessoas mal-intencionadas conseguiram entrar pela porta de trás”, diz Jim Mecsics, vice-presidente de segurança corporativa da Equifax. “Mas quando você aborda altos executivos com a tática do medo, está caminhando para uma armadilha. Alguém vai acabar dizendo ‘ok, me mostra onde está a emergência real’, e então sua credibilidade pode sofrer sério abalo.”
Fud é uma tática particularmente comum nos quadros mais baixos da organização de segurança, entre aqueles que não aprenderam a produzir um argumento de gestão de risco baseado em dados. O CIO que não reprime essa estratégia em sua equipe cria tanto problema quanto aquele que a utiliza em conversas pessoais com executivos.
Fud também é sinônimo de desperdício de dinheiro. Quando os gerentes de segurança compram e implementam uma iniciativa baseada no medo, têm muito mais dificuldade para gerenciá-la e avaliá-la levando em conta méritos e resultados reais. O uso persistente dessa tática acaba por toldar a visão da gerência sobre tudo que o executivo diz e faz, afetando a percepção da diretoria sobre as suas habilidades e a função da segurança como um todo. Você quer ser o capacitador de negócios que está sempre pronto a dar idéias e projeta uma boa segurança como uma vantagem competitiva? Ou o executivo que sempre adentra as reuniões com uma previsão calamitosa para a arrecadação? Em vez de lançar mão de Fud, especialistas aconselham as seguintes estratégias para transmitir os riscos e requisitos de segurança:
1. Mudar de atitude
Os diretores de TI e segurança dizem que o primeiro passo para banir Fud é eles mesmos abandonarem a atitude temerosa. Táticas de terror raramente são necessárias em discussões sobre segurança. Os executivos querem que o CIO faça uma apresentação real e racional da situação, acompanhada de recomendações sobre os próximos passos a serem dados. Essas informações podem cobrir o pior cenário – ou riscos associados a inação –, mas sem nenhum drama desnecessário. É recomendável condensar as informações em tópicos como um formato à prova de Fud para transmitir uma situação que os executivos possam entender com rapidez e facilidade.
Como um filtro da gerência para todas as informações sobre vírus e hackers que aparecem na soleira da porta, os CIOs são encarregados de fornecer uma perspectiva clara e firme em relação ao que cada evento ou notícia significa para suas empresas. Se tudo o que os gerentes seniores ouvem é uma sucessão de más notícias, aprendem a “desligá-los” rapidamente. Mecsics, da Equifax, testemunhou situações em que um executivo de segurança perdeu posição dentro da organização porque sempre entrava no escritório do chefe com más notícias.
2. Fazer associações
Falar sobre segurança é particularmente difícil quando o executivo da área é o único que está falando. Profissionais de segurança dizem que Fud é o último recurso daqueles que não fizeram parcerias vitais com seus pares, nem implantaram iniciativas de educação que ampliem a base da responsabilidade pela segurança.
Na Allstate, a vice-presidente assistente Kim Van Nostern trabalha com uma equipe de executivos de proteção à informação que atua como tentáculos de segurança em toda a organização. “Esses 50 executivos são responsáveis por garantir que educação e conscientização sobre segurança sejam preponderantes em toda a empresa”, explica Nostern. “Não é trabalho de uma pessoa só; é uma responsabilidade compartilhada.”
Com freqüência excessiva, os gestores de segurança hesitam em delegar responsabilidades. Eles se elegem a única fonte de todas as informações dentro da empresa. Em vez de disseminarem seus conhecimentos, optam por ouvir a voz da autopreservação que sussurra: “se sou o único que sabe o que está acontecendo, não podem me demitir”. Mas a capacidade de criar consenso e delegar é vital para evitar Fud e comunicar-se eficazmente sobre segurança.
Adam Hansen, que chefia o programa de segurança da empresa norte-americana de advocacia Sonnenschein, recomenda concentrar-se em esforços de parceria com alguns executivos. “Depois que você conseguir a adesão de algumas pessoas de visão, o resto virá. Dê especial atenção à criação de relações fortes com o grupo de auditoria porque, quando os diretores e o setor financeiro estão freando um gasto necessário em segurança, o grupo de auditoria pode levar a preocupação ao nível da presidência.
3. Educar e conter
Quando um CIO ou diretor de segurança se dedica a educar a gerência sobre segurança, essa atitude suaviza o caminho para discussões de verba racionais e reduz a necessidade de Fud. Grande parte deste processo de educação reside em garantir que as expectativas da gerência em relação à organização de segurança sejam realistas. “Ainda acho que há um pouco de interpretação equivocada quanto à segurança de TI e o que ela pode fazer”, diz Marc Rogers, cientista-chefe de pesquisa do Internet Innovations Center e diretor de serviços de segurança para a Manageworx Infosystems. “São tantas as interdependências, que colocar um dedo em uma brecha de um dique não resolve os outros nove ou dez buracos”, exemplifica. É preciso conter as expectativas de segurança da gerência para que os executivos entendam que um excelente firewall não resolve tudo; todas as outras peças, como um sistema de detecção de intrusão, proteção com senha e antivírus, precisam estar encaixadas e funcionando como um todo.
4. Falar o mesmo idioma
Os CIOs precisam falar com a gerência em termos de negócios. Isso é vital para o sucesso de um programa de segurança por várias razões, mas também é particularmente crítico para a meta de erradicar Fud. Conversar com executivos sobre “hackers” e “pings” pode ser eficaz para fazê-los acordar, mas provavelmente eles não têm idéia do que fazer com a informação. “Trabalhei em um lugar antes onde você soltava a palavra ‘hacker’ e as carteiras se abriam”, revela Hansen. É necessário sair do mundo da segurança e da tecnologia e se comunicar com executivos. “Quando você mescla problemas e ameaças com o que é realmente um risco ao negócio, você sai da área de Fud”.
5. Brincar com números
Métricas meticulosamente coletadas sempre vão convencer a gerência – mais rápido do que uma história de terror – quanto à necessidade de investir em segurança. Aqueles que mantêm boas métricas podem abandonar o Fud e deixar que os números falem. Você poderia usar cenários gerais e criar uma justificativa eloqüente para software de filtragem de e-mail, mas, se é possível dizer a um executivo que a empresa está registrando 150 mil spams por dia, isto causa impacto.
Na Sonnenschein, Hansen usa uma ferramenta para coletar informações sobre integridade da rede, conectividade e desempenho da aplicação constantemente. O produto permite que sua equipe faça análises de tendências históricas e comparações. Os números sobre falhas e ataques à segurança, que antes costumavam ser vagos, estão mais precisos.
Na Equifax, Mecsics conta com um funcionário dedicado a verificar sites do governo e fontes de inteligência para coletar informações que ele possa usar para apresentar justificativas à gerência. Quando ele vai até as salas dos executivos, estes sabem que há informações validadas. “Nossa equipe se reúne uma vez por mês e conversa sobre problemas importantes, sejam ligados a fraude, administração ou aspectos jurídicos”, explica.
Será que existe um bom Fud? Apesar de a maioria dos gestores de segurança afirmar que não, alguns, quando pressionados, admitem que ele pode ser positivo, se empregado criteriosamente. Hansen aplica a estratégia em exercícios para mapear os piores cenários e medir o nível de preparo da empresa para diversas situações. “Em uma economia difícil, há mais probabilidade de êxito com a abordagem Fud, principalmente se for possível apresentar exposições legítimas à segurança”, afirma o executivo. “A gerência sênior, com freqüência, é mais capaz de vislumbrar resultados calamitosos do que benefícios positivos.”
Portanto, um pouco de medo pode ser saudável quando os riscos o demandam, mas não se deve pintar um quadro exagerado. O especialista admite que a linha distintiva é tênue. Quando usada em excesso ou descuidadamente, a tática pode prejudicar a carreira do gestor de segurança. “Nossos chefes não estão acostumados a emoções, e um CIO, por força do cargo, tem que ser profissional e criar uma justificativa de negócio”, diz Mecsics, da Equifax. "Não tem que ficar gritando ‘Fechem as escotilhas!’".
Apesar de nos permitirmos ser neuroticamente preocupados em nossas vidas privadas, raramente esta é uma qualidade admirada no mundo profissional. Por que então tantos executivos da área de segurança ainda se apóiam em táticas obscuras e pessimistas para convencer a gerência a fazer investimentos em segurança? Bem, em primeiro lugar, é fácil – existem muitas histórias assustadoras por aí. A maioria das organizações ainda vê a segurança como um centro de custos, portanto é muito mais simples apresentar o argumento dramático “investir ou se acabar” do que vincular os gastos com segurança aos resultados financeiros.
O termo Fud foi cunhado originalmente na década de 70 em referência à técnica de marketing da IBM de difundir boatos assustadores sobre o novo produto de um concorrente para dissuadir os clientes de correr um “risco” ao comprá-lo. Fud se sustenta na emoção – não na razão – para promover uma venda ou mesmo impedi-la.
Executivos de segurança e especialistas em gestão concordam que a terminologia é um remendo de curto prazo que destrói a credibilidade da equipe de segurança em longo prazo. Tendo testemunhado as falhas de Fud em primeira mão, diretores de segurança estão desenvolvendo técnicas mais práticas e realistas para justificar investimentos no setor.
“Essa abordagem funciona uma ou duas vezes em uma situação de crise de verdade, em que pessoas mal-intencionadas conseguiram entrar pela porta de trás”, diz Jim Mecsics, vice-presidente de segurança corporativa da Equifax. “Mas quando você aborda altos executivos com a tática do medo, está caminhando para uma armadilha. Alguém vai acabar dizendo ‘ok, me mostra onde está a emergência real’, e então sua credibilidade pode sofrer sério abalo.”
Fud é uma tática particularmente comum nos quadros mais baixos da organização de segurança, entre aqueles que não aprenderam a produzir um argumento de gestão de risco baseado em dados. O CIO que não reprime essa estratégia em sua equipe cria tanto problema quanto aquele que a utiliza em conversas pessoais com executivos.
Fud também é sinônimo de desperdício de dinheiro. Quando os gerentes de segurança compram e implementam uma iniciativa baseada no medo, têm muito mais dificuldade para gerenciá-la e avaliá-la levando em conta méritos e resultados reais. O uso persistente dessa tática acaba por toldar a visão da gerência sobre tudo que o executivo diz e faz, afetando a percepção da diretoria sobre as suas habilidades e a função da segurança como um todo. Você quer ser o capacitador de negócios que está sempre pronto a dar idéias e projeta uma boa segurança como uma vantagem competitiva? Ou o executivo que sempre adentra as reuniões com uma previsão calamitosa para a arrecadação? Em vez de lançar mão de Fud, especialistas aconselham as seguintes estratégias para transmitir os riscos e requisitos de segurança:
1. Mudar de atitude
Os diretores de TI e segurança dizem que o primeiro passo para banir Fud é eles mesmos abandonarem a atitude temerosa. Táticas de terror raramente são necessárias em discussões sobre segurança. Os executivos querem que o CIO faça uma apresentação real e racional da situação, acompanhada de recomendações sobre os próximos passos a serem dados. Essas informações podem cobrir o pior cenário – ou riscos associados a inação –, mas sem nenhum drama desnecessário. É recomendável condensar as informações em tópicos como um formato à prova de Fud para transmitir uma situação que os executivos possam entender com rapidez e facilidade.
Como um filtro da gerência para todas as informações sobre vírus e hackers que aparecem na soleira da porta, os CIOs são encarregados de fornecer uma perspectiva clara e firme em relação ao que cada evento ou notícia significa para suas empresas. Se tudo o que os gerentes seniores ouvem é uma sucessão de más notícias, aprendem a “desligá-los” rapidamente. Mecsics, da Equifax, testemunhou situações em que um executivo de segurança perdeu posição dentro da organização porque sempre entrava no escritório do chefe com más notícias.
2. Fazer associações
Falar sobre segurança é particularmente difícil quando o executivo da área é o único que está falando. Profissionais de segurança dizem que Fud é o último recurso daqueles que não fizeram parcerias vitais com seus pares, nem implantaram iniciativas de educação que ampliem a base da responsabilidade pela segurança.
Na Allstate, a vice-presidente assistente Kim Van Nostern trabalha com uma equipe de executivos de proteção à informação que atua como tentáculos de segurança em toda a organização. “Esses 50 executivos são responsáveis por garantir que educação e conscientização sobre segurança sejam preponderantes em toda a empresa”, explica Nostern. “Não é trabalho de uma pessoa só; é uma responsabilidade compartilhada.”
Com freqüência excessiva, os gestores de segurança hesitam em delegar responsabilidades. Eles se elegem a única fonte de todas as informações dentro da empresa. Em vez de disseminarem seus conhecimentos, optam por ouvir a voz da autopreservação que sussurra: “se sou o único que sabe o que está acontecendo, não podem me demitir”. Mas a capacidade de criar consenso e delegar é vital para evitar Fud e comunicar-se eficazmente sobre segurança.
Adam Hansen, que chefia o programa de segurança da empresa norte-americana de advocacia Sonnenschein, recomenda concentrar-se em esforços de parceria com alguns executivos. “Depois que você conseguir a adesão de algumas pessoas de visão, o resto virá. Dê especial atenção à criação de relações fortes com o grupo de auditoria porque, quando os diretores e o setor financeiro estão freando um gasto necessário em segurança, o grupo de auditoria pode levar a preocupação ao nível da presidência.
3. Educar e conter
Quando um CIO ou diretor de segurança se dedica a educar a gerência sobre segurança, essa atitude suaviza o caminho para discussões de verba racionais e reduz a necessidade de Fud. Grande parte deste processo de educação reside em garantir que as expectativas da gerência em relação à organização de segurança sejam realistas. “Ainda acho que há um pouco de interpretação equivocada quanto à segurança de TI e o que ela pode fazer”, diz Marc Rogers, cientista-chefe de pesquisa do Internet Innovations Center e diretor de serviços de segurança para a Manageworx Infosystems. “São tantas as interdependências, que colocar um dedo em uma brecha de um dique não resolve os outros nove ou dez buracos”, exemplifica. É preciso conter as expectativas de segurança da gerência para que os executivos entendam que um excelente firewall não resolve tudo; todas as outras peças, como um sistema de detecção de intrusão, proteção com senha e antivírus, precisam estar encaixadas e funcionando como um todo.
4. Falar o mesmo idioma
Os CIOs precisam falar com a gerência em termos de negócios. Isso é vital para o sucesso de um programa de segurança por várias razões, mas também é particularmente crítico para a meta de erradicar Fud. Conversar com executivos sobre “hackers” e “pings” pode ser eficaz para fazê-los acordar, mas provavelmente eles não têm idéia do que fazer com a informação. “Trabalhei em um lugar antes onde você soltava a palavra ‘hacker’ e as carteiras se abriam”, revela Hansen. É necessário sair do mundo da segurança e da tecnologia e se comunicar com executivos. “Quando você mescla problemas e ameaças com o que é realmente um risco ao negócio, você sai da área de Fud”.
5. Brincar com números
Métricas meticulosamente coletadas sempre vão convencer a gerência – mais rápido do que uma história de terror – quanto à necessidade de investir em segurança. Aqueles que mantêm boas métricas podem abandonar o Fud e deixar que os números falem. Você poderia usar cenários gerais e criar uma justificativa eloqüente para software de filtragem de e-mail, mas, se é possível dizer a um executivo que a empresa está registrando 150 mil spams por dia, isto causa impacto.
Na Sonnenschein, Hansen usa uma ferramenta para coletar informações sobre integridade da rede, conectividade e desempenho da aplicação constantemente. O produto permite que sua equipe faça análises de tendências históricas e comparações. Os números sobre falhas e ataques à segurança, que antes costumavam ser vagos, estão mais precisos.
Na Equifax, Mecsics conta com um funcionário dedicado a verificar sites do governo e fontes de inteligência para coletar informações que ele possa usar para apresentar justificativas à gerência. Quando ele vai até as salas dos executivos, estes sabem que há informações validadas. “Nossa equipe se reúne uma vez por mês e conversa sobre problemas importantes, sejam ligados a fraude, administração ou aspectos jurídicos”, explica.
Será que existe um bom Fud? Apesar de a maioria dos gestores de segurança afirmar que não, alguns, quando pressionados, admitem que ele pode ser positivo, se empregado criteriosamente. Hansen aplica a estratégia em exercícios para mapear os piores cenários e medir o nível de preparo da empresa para diversas situações. “Em uma economia difícil, há mais probabilidade de êxito com a abordagem Fud, principalmente se for possível apresentar exposições legítimas à segurança”, afirma o executivo. “A gerência sênior, com freqüência, é mais capaz de vislumbrar resultados calamitosos do que benefícios positivos.”
Portanto, um pouco de medo pode ser saudável quando os riscos o demandam, mas não se deve pintar um quadro exagerado. O especialista admite que a linha distintiva é tênue. Quando usada em excesso ou descuidadamente, a tática pode prejudicar a carreira do gestor de segurança. “Nossos chefes não estão acostumados a emoções, e um CIO, por força do cargo, tem que ser profissional e criar uma justificativa de negócio”, diz Mecsics, da Equifax. "Não tem que ficar gritando ‘Fechem as escotilhas!’".
Para saber tudo sobre o Legislativo
Foi
lançado um novo sítio para quem busca informação sobre as atividades do
Congresso Nacional. Com atualização diária, de segunda a sexta-feira, Congresso
na Tela <http://www.congressonatela.net/>
é resultado do trabalho de 14 profissionais – entre os quais encontram-se
alguns dos principais nomes da imprensa da capital federal. Quatro analistas
políticos integram a equipe, coordenada pelo jornalista Sylvio Costa: o
cientista político Paulo Kramer e os jornalistas Laerte Rímoli, Marcos
Magalhães e Antonio Vital.O projeto foi concebido e implantado pela agência de comunicação Oficina da Palavra. Para isso, ela se valeu da experiência acumulada nos últimos nove meses com o boletim eletrônico semanal Congresso na Tela, que era enviado por e-mail para mais de 8 mil assinantes.
Segundo seus criadores, embora seja permanente a preocupação com a análise e a interpretação da notícia, a busca de "furos" é um dos principais objetivos do novo veículo. Em edições recentes, uma série de reportagens mostrou a face oculta de um deputado federal paulista. O acesso ao website, que dependerá da obtenção de novos patrocínios para se viabilizar a médio e a longo prazos, é gratuito.
OExecutivo da Câmara de Viseu
recusou, ontem, por unanimidade, a proposta de aumento do valor do arrendamento
mensal de dois espaços que tem abertos na Loja do Cidadão. Motivo o aumento
"brutal" da nova renda proposta pelo Instituto para a Gestão das
Lojas do Cidadão (IGLC) que ronda os 50%. O autarca viseense, Fernando Ruas,
admite, em última instância, abandonar aquele espaço de prestação de serviços
públicos. Aliás, tal como outras instituições já terão feito.
"Só saíremos se formos obrigados. O que significa que se a Loja do Cidadão persistir em manter uma proposta que não é razoável, não teremos outro remédio. Uma situação que nos custará bastante, até porque estamos ali há cinco anos com um único objectivo ajudar a viabilizar um espaço que reputamos de grande importância para os cidadãos", enfatizou o autarca.
A Câmara de Viseu é uma das 19 instituições na Loja do Cidadão. Há cinco anos que mantém dois espaços de prestação de serviços, um dos quais afecto aos Serviços Municipalizados. "A proposta que nos foi enviada pelo IGLC faz com que as rendas aumentem de 1100 para 1600 euros mensais. Não sei se o valor é especulativo. O que sei é que a autarquia não vai pagar um aumento médio para os dois espaços que ronda os 48%", garantiu Ruas.
O autarca não descarta a possibilidade de outras entidades estarem a sair da Loja do Cidadão devido ao aumento das rendas. "Por razões variadas há serviços que saíram da Loja do Cidadão. Eventualmente por essa situação. Mas nós mantemo-nos desde a primeira hora", disse ao JN. Uma ideia corroborada pelo vereador Botelho Pinto, que admite que o organismo "esteja a reflectir nas entidades que se mantêm as despesas de manutenção das entidades que vão saindo".
Armando Carvalho, gerente da Loja do Cidadão de Viseu, escusou-se a comentar a decisão da autarquia. O JN aguarda explicações para o aumento das rendas solicitadas, ontem, ao IGLC.
Centro de Saúde custará três milhões
O Centro de Saúde Viseu/Norte vai entrar na fase de concurso público. O anúncio foi feito, ontem, pela Câmara Municipal de Viseu, entidade que protocolou com a Administração Central a responsabilidade de promover o lançamento do processo.
O autarca viseense, Fernando Ruas, afirmou estar assegurado o financiamento de três milhões de euros para a construção da unidade de saúde que vai servir os utentes residentes a norte do concelho de Viseu. Quando o novo edifício estiver concluído, serão desactivadas as instalações precárias que a unidade de saúde utilizava num edifício residencial da rua de Serpa Pinto.
O novo equipamento terá uma área coberta de 2 970 m2 a implantar em terrenos junto à circular norte à cidade de Viseu com uma área total de 7 300 m2. "O terceiro centro de saúde do concelho será servido pela primeira circular rodoviária à cidade, junto ao hipermercado Continente", explicou Fernando Ruas, que aproveitou para justificar a razão pela qual, naquele sítio, foi construída uma rotunda. "Assim as pessoas já percebem que foi para servir dois importantes equipamentos", declarou.
"Será o maior centro de saúde da cidade", enfatizou Fernando Ruas. O autarca não avançou prazos para a conclusão da obra, mas reconheceu que o passo mais importante já foi dado. "A grande preocupação das câmaras e das instituições é chegar até aqui, com as decisões tomadas e o financiamento garantido. O resto é uma questão de prazos", disse.
"Só saíremos se formos obrigados. O que significa que se a Loja do Cidadão persistir em manter uma proposta que não é razoável, não teremos outro remédio. Uma situação que nos custará bastante, até porque estamos ali há cinco anos com um único objectivo ajudar a viabilizar um espaço que reputamos de grande importância para os cidadãos", enfatizou o autarca.
A Câmara de Viseu é uma das 19 instituições na Loja do Cidadão. Há cinco anos que mantém dois espaços de prestação de serviços, um dos quais afecto aos Serviços Municipalizados. "A proposta que nos foi enviada pelo IGLC faz com que as rendas aumentem de 1100 para 1600 euros mensais. Não sei se o valor é especulativo. O que sei é que a autarquia não vai pagar um aumento médio para os dois espaços que ronda os 48%", garantiu Ruas.
O autarca não descarta a possibilidade de outras entidades estarem a sair da Loja do Cidadão devido ao aumento das rendas. "Por razões variadas há serviços que saíram da Loja do Cidadão. Eventualmente por essa situação. Mas nós mantemo-nos desde a primeira hora", disse ao JN. Uma ideia corroborada pelo vereador Botelho Pinto, que admite que o organismo "esteja a reflectir nas entidades que se mantêm as despesas de manutenção das entidades que vão saindo".
Armando Carvalho, gerente da Loja do Cidadão de Viseu, escusou-se a comentar a decisão da autarquia. O JN aguarda explicações para o aumento das rendas solicitadas, ontem, ao IGLC.
Centro de Saúde custará três milhões
O Centro de Saúde Viseu/Norte vai entrar na fase de concurso público. O anúncio foi feito, ontem, pela Câmara Municipal de Viseu, entidade que protocolou com a Administração Central a responsabilidade de promover o lançamento do processo.
O autarca viseense, Fernando Ruas, afirmou estar assegurado o financiamento de três milhões de euros para a construção da unidade de saúde que vai servir os utentes residentes a norte do concelho de Viseu. Quando o novo edifício estiver concluído, serão desactivadas as instalações precárias que a unidade de saúde utilizava num edifício residencial da rua de Serpa Pinto.
O novo equipamento terá uma área coberta de 2 970 m2 a implantar em terrenos junto à circular norte à cidade de Viseu com uma área total de 7 300 m2. "O terceiro centro de saúde do concelho será servido pela primeira circular rodoviária à cidade, junto ao hipermercado Continente", explicou Fernando Ruas, que aproveitou para justificar a razão pela qual, naquele sítio, foi construída uma rotunda. "Assim as pessoas já percebem que foi para servir dois importantes equipamentos", declarou.
"Será o maior centro de saúde da cidade", enfatizou Fernando Ruas. O autarca não avançou prazos para a conclusão da obra, mas reconheceu que o passo mais importante já foi dado. "A grande preocupação das câmaras e das instituições é chegar até aqui, com as decisões tomadas e o financiamento garantido. O resto é uma questão de prazos", disse.
Assinar:
Postagens (Atom)


